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27/09/2011

Crime da Rua Tapajós: Polícia prende suspeito de participação indireta

Depois de quase 1 mês e 20 dias da “Operação Tapajós” ocorrida em 9 de agosto, a Polícia segue nas investigações cheia de mistérios e sem dar nenhum detalhe à imprensa e à sociedade tupãense, como se nada tivesse acontecido. Diferentemente se tivesse obtido sucesso, teria alardeado com todos os detalhes que cercaram uma das mais desastradas investidas contra o crime.

Na tentativa de reprimir uma suposta tentativa de roubo ou seqüestro do empresário “Claudionei da Incoferaço”, a Polícia armou um esquema de repressão e tudo deu errado. A ação terminou com a morte do policial Laurindo Armando dos Santos, 43 anos e a execução de dois dos acusados.

Como já foi divulgado pelo Blog, aliás, o único meio de comunicação que tem dado desdobramento do caso, mesmo sem nenhuma informação oficial, a Polícia suspeita do envolvimento de mais pessoas. Dos quais, dois deles, ex-funcionários teriam sido os responsáveis por informações confidenciais sobre a rotina do empreiteiro.

Um deles estaria preso pela pratica de outros delitos e um segundo foragido. Nesta semana, porém, a Polícia, através do delegado Washington Muzzi teria prendido um possível terceiro que também estaria envolvido no caso. Este último, teria sido detido na zona Leste, sob acusação de furto, roubo, tráfico e formação de quadrilha para a pratica dos crimes.

A Polícia não divulgou nada, após o desastre na tentativa de sete policiais prenderem dois e ser surpreendida por ela mesma. O delegado Seccional, Luiz Antonio Hauy comanda ou centraliza as supostas investigações e nunca mais declarou nada sobre o caso.

Nem mesmo sobre uma eventual necessidade de fazer reconstituição de um fato que, ao que parece a Polícia não tem dúvidas. Ou seja, sabe tudo, assim como nós, sobre o que aconteceu naquela fatídica noite. Pura infelicidade de uma ação desastrosa da própria Polícia.

A propósito, por onde anda o capitão Fernando Bigeschi, comandante da 2ª Companhia que até hoje, também não se manifestou sobre a ação de seus comandados na mesma noite do dia 9 de agosto, durante a “Operação Tapajós”?