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05/11/2011

Tréplica: cabeleireira não promoveu concurso sob suspeita, apenas prometeu emprego na Prefeitura

Sê lembram desse caso, da cabeleireira que foi acusada de prometer mais de 20 empregos na Administração de Tupã, com carteira assinada e nem era preciso trabalhar para receber? Pois bem, pelo visto, o que essa administração tem feito não há muita diferença não. A diferença em questão é que a cabeleireira não fez concurso e a Prefeitura faz.

Este assunto foi denunciado primeiro aqui, depois por outros veículos de comunicação. Já teve “acusação” de ambas as partes, com pedidos de “direito de respostas” e réplica. O prefeito de Tupã foi duro ao falar com a imprensa sobre a possibilidade de alguém infiltrado na Prefeitura, estivesse ajudando a profissional na suposta “contratação”. “Vou colocar na Cadeia que estiver fazendo isso”.

E agora prefeito? “Mãos na cabeça, tá preso”! Que concorrência desleal. Olha, ainda vejo um agravante nisso tudo, a hair stilyst não podia e não deveria ter feito o que fez, mas e a Prefeitura? É justo o que vem fazendo ao longo dos anos nestes concursos de “cartas marcadas”? Assim como já sinto pelo vereador Valdir de Oliveira Mendes, “Bagaço” (PSD) acusado de ser motorista fantasma do prefeito e ganhar sem trabalhar, assim como havia prometido a cabeleireira; penso: “a cabeleireira vai pagar o pato”!

“Vou colocar na Cadeia”! Esteja preso e todos os demais que de forma desleal usam a máquina e toda sua estrutura formal, arrebanham dinheiro do cidadão comum que, acreditando na suposta honestidade da Administração Pública e na prometida Terra de Oportunidades e de igualdade para todos e, às portas fechadas, faz e refaz provas e aprova seus cúmplices.

São sim, cúmplices todos aqueles que de forma direta ou indireta tira vantagem para si ou outrem daquilo que é público e deveria ser para todos de forma cristalina e democrática como prevê a Constituição Federal. Algema neles e em toda a corja que tramam e vilipendiam como formigas saúvas e tomam de assalto o buraco sem fundo chamado Tupã e apelidado pelo próprio prefeito como “Casa da Mãe Joana”, na concepção dos advogados tupãenses.

E a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), onde está? Uma entidade que representa a classe e como o próprio nome diz: a suposta ordem jurídica e do direito irrestrito de todos que não se manifesta em Tupã? Em Brasília Ophir Cavalcante palpita em tudo. O presidente da OAB de São Paulo então, Luiz Flávio Borges D’Urso está indignado assim como o mundo inteiro com as mulheres que ainda levam chibatadas no Oriente Médio, simplesmente quando flagradas dirigindo.

Já a OAB de Tupã não se manifesta com a chibatada na cara do povo tupãense. Ora, a entidade é a mesma. Não se defendeu nem mesmo quando o prefeito agrediu verbalmente a classe e não se manifesta com as chibatadas da imoralidade, da improbidade, da impessoalidade e da falta de transparência naquilo que deveria ser público.

Vejo a Administração municipal de Tupã, assim como a Cooperativa Agrícola e Mista da Alta Paulista (CAMAP). Sê tornou uma extensão dos negócios pessoais e particulares ao invés de servir os cidadãos e seus cooperados respectivamente. Coincidentemente, Waldemir Gonçalves Lopes administrou a CAMAP e agora Tupã. A forma é a mesma. “Mãos ao alto é um assalto”. Cadeia neles prefeito, que negócio é esse de arrumar emprego, com carteira assinada e sem trabalhar? “Aqui não, quem está do meu lado tudo bem, senão a gente mata no ninho”. No ninho tucano. Ta fingindo de morto, não acredita não.