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11/11/2016

Ex-prefeito de Paraguaçu Edivaldo Hasegawa é preso

O ex-prefeito está sendo acusado por crime contra administração pública. Outras pessoas também foram presas. 

Edvaldo ex-prefeito

O ex-prefeito de Paraguaçu Paulista, o médico Dr. Edivaldo Hasegawa, foi preso no final da tarde desta quinta-feira (10) após cumprimento de mandado de prisão preventiva expedido pelo juiz da 2ª Vara do Foro de Paraguaçu Paulista Dr. Pedro Fernandes Nery Rafael.

Segundo apurado pela reportagem do ParaguaCity.com, o ex-prefeito está sendo acusado por crime contra administração pública praticado por particular contra a administração geral. Ele foi condenado à pena de 35 anos e 10 meses de reclusão.

Neste momento, há muita movimentação na Delegacia de Polícia local, onde os trabalhos estão sendo coordenados pelo delegado de polícia José Roberto de Oliveira.

Além de Hasegawa, também tiveram o mandado de prisão decretado ex-servidores que trabalharam na época da administração do ex-prefeito, Gerson Cláudio Caldeirão, à pena de 33 anos e 20 dias de reclusão; Sergio Aparecido Balbo, Josefa da Silva Alves, Eloísa Aparecida Silva Alves e Elita da Silva Alves, à pena de 28 anos, 10 meses e 20 dias; Armando Falcone Filho e Josias Cardoso da Silva, foram condenados à 52 anos, 2 meses e 12 dias de reclusão. Não há informações se todos foram localizados e presos.

Possivelmente, os condenados deverão ser levados para uma unidade prisional na região, conforme determina o mandado de prisão preventiva. As prisões foram realizadas pela Polícia Militar, sob o comando do capitão Ronny Emerson Gomes.

Edvaldo Hasegawa foi prefeito de Paraguaçu Paulista nos anos de 1983/1988 e 2001/2004. A reportagem do ParaguaCity.com conseguiu falar com um dos advogados que está presente na delegacia e deve auxiliar nos trâmites judicias, João Antonio Bacca Filho, que nos informou que é uma sentença em 1ª Instância, que cabe recurso.

Bacca contou ainda que, Hasegawa deverá ser levado para a cadeia de Lutécia, mas que ainda nesta sexta-feira (11) irá acontecer uma reunião com o advogado do processo, Marco Antônio, da cidade de Marília, para impetrar o habeas corpus para libertação do médico.

Fonte: Paraguacity

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