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07/02/2018

CONEXÃO VERDE: Pai de Gussi também aparece na folha de pagamento da ALESP

Depois da esposa, agora outro integrante da árvore genealógica do deputado federal Evandro Gussi aparece como funcionário do deputado estadual Reinaldo Alguz. Juntos, pai, filho e nora podem ter custado aos cofres do estado até R$ 3 milhões.

Alguz e o advogado José Gussi, pai de Evandro Gussi - conexão verde

Alguz e o advogado José Gussi, pai de Evandro Gussi – conexão verde

O modus operandi é o mesmo. De primeiro de julho de 2010 a 19 de dezembro de 2014, o advogado José Reinaldo Gussi apareceu na folha de pagamento da ALESP – Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Ele também faz parte da executiva do PV em Dracena.

Lotado no gabinete do deputado estadual Reinaldo Alguz (PV) ocupou o mesmo cargo do filho Evandro Gussi e da nora Joice Raquel Ubeda Hadda Gussi. Ora, como assessor especial parlamentar e ou assessor técnico parlamentar. Todos salários que ultrapassam a casa dos R$ 12 mil.

A descoberta surgiu durante investigação do blog iniciada há pelo menos 10 dias, para confirmar os dados “vazados” possivelmente pelos próprios integrantes do PV – Partido Verde, ala contrária a ação “paroquial” que originou na silenciosa eleição de dois parlamentares oriundos da Alta Paulista – Reinaldo Alguz e Evandro Gussi.

Natural de Tupã, mas residente em Dracena, Alguz carregou o prudentino Gussi, morador em Tupã por todo o estado de São Paulo. A dobradinha/sociedade resultou em 122.900 votos e 109.591, respectivamente para a dupla.

PAPAI “VERDE”

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A união laboral estremecida pelas ações políticas

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Também é de Dracena, base eleitoral de Alguz que vem o outro integrante da família Gussi ávido por um salário estatal.

O criador se lembrou de que “em nome do pai e do filho” é possível seduzir toda a irmandade com sentimento de bondade. A bonificação sai do bolso do contribuinte.

Considerando a equiparação de cargos e salários de Evandro Gussi e de sua esposa como funcionários da ALESP, e do pai, nos 4,7 anos ou 55 meses de “serviços prestados” ao estadual Reinaldo Alguz, o advogado José Gussi sacou dos cofres públicos cerca de R$ 700 mil.

Gussi pai, Gussi filho e a nora custaram aos cofres do Estado em torno de R$ 3 milhões entre salários, férias, 13º e encargos. Tudo isso dentro da lei, mas fora da moralidade e da ética apregoadas nos conceitos da política de servir ao cidadão, mas pelo jeito imperou o self-service – onde os próprios se serviram da “coisa pública”.

O blog procurou nos últimos dias obter resposta sobre todos estes questionamentos, mas nenhum dos parlamentares deu retorno até a publicação dessa matéria.

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