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13/05/2011

Exame grafotécnico poderá apontar quem assinava ponto no gabinete

A sindicância instaurada pela Câmara de Tupã (527 km de São Paulo) região da Nova Alta Paulista, para investigar o vereador Valdir de Oliveira Mendes, “Valdir Bagaço” (PDT), acusado de ser funcionário fantasma enquanto prestava serviços como motorista do prefeito Waldemir Gonçalves Lopes (PSDB), terá uma missão difícil para identificar quem assinava o ponto de presença do servidor. Sabe-se que ao ser transferido do Legislativo para o Executivo, a responsabilidade de fiscalizar a assiduidade do funcionário seria do gabinete do prefeito. “Bagaço” estava sob a responsabilidade do secretário de governo, Adriano Rogério Rigoldi. Sem de fato ter trabalhado, o gabinete informava em planilhas que o motorista cumpria com todas as obrigações e ainda fazia horas extras, sábados, domingos, feriados e trabalhava até em férias. A Sindicância apurou indícios de irregularidades e, por isso, foi aberto um processo administrativo que ao final da investigação, poderá comprovar quem efetivamente assinava presença do funcionário público. Há suspeitas de que o controle era feito pelo próprio motorista que, também como vereador, usaria a assessoria dele, no Legislativo para preencher o documento. Portanto, só um exame grafotécnico poderá comprovar efetivamente quem assinava o documento. A sindicância foi instaurada depois de denúncias da imprensa. O promotor de Justiça José Luiz Lopes Valverde, encaminhou ofício à Câmara solicitando informações se as ...

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06/05/2011

O político corrupto e o ladrão

Eu sempre quis saber juridicamente qual a diferença do roubo para o desvio de dinheiro público praticado pelo político corrupto. A diferença é que os políticos nós escolhemos, já os ladrões nos escolhem. E, assim, como o criminoso comum volta ao local do delito, o político também retorna mesmo após quatro anos. Para praticar o roubo o ladrão faz uso de força física ou de uma arma. O político usa como "arma" a força do poder. A arma do bandido mata. A corrupção provoca miséria, estimula a violência e a injustiça social. Quando o político desvia dinheiro público, desaparelha a saúde, educação, social, segurança pública e faz aumentar a sensação de impunidade e o índice de violência. Deixa a saúde fragilizada, a criança sem educação e a merenda, o idoso sem o remédio, entre outras situações. Do ponto de vista do crime não há diferença entre o político corrupto e o ladrão. Sabemos quem é o ladrão quando entra de forma truculenta em nossa casa, comércio ou nos ataca em praça pública. Já o mau político usa de artifício que nos ilude sobre suas verdadeiras intenções e age sorrateiramente nos porões, na calada da noite ou até mesmo quando é visto em restaurantes famosos ou em viagens nababescas com suas mulheres e amantes. O ladrão ...

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