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03/08/2017

Projeto pessoal: eu gostaria de agradecer a secretaria…

Jeane Rosin será substituída interinamente pelo cansado secretário Cláudio Zopolato. Segundo a administração ele também foi substituído pelo assessor do deputado federal Evandro Gussi por causa do ritmo estafante das duas pastas que ocupava. Agora, são cinco.  Primeiro quero dizer que possivelmente foi baseado num projeto pessoal que a arquiteta Jeane Aparecida Rombi de Godoy Rosin (PSDB), aceitou o convide do prefeito José Ricardo Raymundo (PV), para assumir a atual Secretaria de Desenvolvimento Urbano. A pasta englobava outras três Secretarias: Planejamento, Obras e Trânsito. Portanto, Jeane Rosin era uma espécie de 3 X 1. Assim como chegou, Jeane saiu – criticando a imprensa, como se esta fosse responsável pelo fracasso de seu projeto pessoal de “passar a limpo” as irregularidades do ex-prefeito Waldemir Gonçalves Lopes (PSDB). Aliás, ela já teve esta oportunidade quando sabia das irregularidades e se omitiu. Preferiu manter-se no cargo, receber salários e deixar que seus subordinados fingissem fiscalizar as obras. Ao sair, Jeane não foi de toda ingrata. Agradeceu o atual prefeito Ricardo Raymundo por acreditar no seu trabalho. Tupã inteira também já acreditou ao permitir-lhe pela segunda vez que agisse com hombridade e transparência - como mote de um conceito do atual governo. Abandonar um projeto público pela segunda vez, não é merecedora de agradecimentos. Na primeira oportunidade que ...

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02/08/2017

Valter Moreno não vê resultado em viagens de vereadores à Brasília

Recordistas nesta modalidade, Rudynei e Tiago voltaram ontem à Brasília. Em algumas viagens, vereadores dão carona a terceiros.   O presidente da Câmara de Tupã, Valter Moreno Panhossi (DEM), disse ontem (1), à reportagem do blog de que “não vê resultado positivo” nas constantes viagens que os parlamentares têm feito, seja a São Paulo, e principalmente para Brasília, sob alegação de que estão buscando emendas parlamentares. Nem mesmo o deputado federal Evandro Gussi (PV), eleito pela região e morador em Tupã tem conseguido viabilizar verba expressiva para o município. “Brasília está parada. O que se discute desde o começo do ano, é se o presidente Michel Temer (PMDB) vai cair ou não. Você acha que os deputados estão preocupados com Tupã. O município recebeu milhões de reais para obras nos últimos anos e ficaram abandonadas. Eu mesmo, tenho mantido contatos com os deputados através da internet, mando e-mails cobrando os assessores e etc.”, destacou. Foi com esta argumentação que o presidente da Câmara tentou convencer alguns parlamentares que usam deste expediente. Segundo Valter Moreno, uma viagem para Brasília com carro, motorista, dois vereadores e um assessor importa num montante de R$ 8 mil com diárias. Ele usou como exemplo, mais uma viagem dos vereadores recordistas de gastos – Rudynei Monteiro (PP) e Tiago ...

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01/08/2017

Jeane Rosin desiste de “passar a limpo” as irregularidades em obras da administração Waldemir

A saída da arquiteta provoca a segunda baixa na administração de Ricardo. Pesou para sua decisão de deixar a pasta, o fato de que fracassou na sua previsão de sucesso.  Sete meses depois da fatídica “coletiva”, em 10 de janeiro, a arquiteta Jeane Rosin dá adeus a fantasia de “passar a limpo” todas as irregularidades em obras da administração de Waldemir Gonçalves Lopes (PSDB), e abandona o projeto de Ricardo Raymundo (PV). Nomeada como super secretária de Desenvolvimento Urbano, Jeane Rosin era a principal aposta do atual governo para destravar cerca de 30 obras apontadas como irregulares e sob investigação do Ministério Público (MP). Nos últimos seis meses, a profissional trabalhou em silêncio. Nos bastidores deixou muitos trabalhadores descontentes que tiveram seus eventuais direitos suprimidos. Um deles comemorava a saída da secretária. “Ela pensa que nós não sabemos das coisas que ela já fez e faz”, observou um funcionário público que não se identificou temendo represálias. Estilo sargentona no trato com os trabalhadores, e até mesmo durante questionamentos da imprensa, Jeane Rosin personificou a rispidez de seu ex-chefe a quem chegou defendendo das irregularidades em obras públicas. “Se tivesse irregularidade, eu e o ex-prefeito não estaríamos presos?”, questionou durante entrevista logo após sua posse nesta administração. Segundo informações do secretário de Governo Moacir Monari, ...

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31/07/2017

Três vereadores gastaram mais da metade de toda verba com viagens

Brasília é o destino preferido dos parlamentares. A “bancada da fé”, puxada pelo Pastor Rudynei consumiu mais de R$ 57 mil. O segundo parlamentar que mais viajou foi Tiago Matias. Juntos, Pastor Rudynei Monteiro (PP), Pastor Osmídio Fonseca Castilho (PSB), Pastor Eliézer de Carvalho (PSDB) e o também evangélico Augusto Fresneda Torres, o “Ninha” (PMDB) gastaram R$ 57.553,00. Rudynei lidera o ranking – R$ 31.533,00. Uma média de R$ 5.255,50 por mês em viagens para São Paulo, e a maioria para Brasília. Em geral, as viagens englobam gastos com hospedagem, combustível, motorista e assessoria. Há uma resolução de 2002 de autoria do ex-vereador Devanir Pietrucci Marques Arantes que regulamenta as despesas de viagens dos vereadores. Em segundo lugar vem o vereador Tiago Munhoz Matias (PRP). Nos primeiros seis meses de 2017, o parlamentar de primeira legislatura superou outros novatos. Custou aos cofres públicos R$ 25.380,50 em viagens. A maioria delas, também para Brasília. Uma média mensal de R$ 4.230,08. Pastor Osmídio Castilho vem em seguida com gastos de R$ 12.221. Média de R$ 2.036,83 por mês. Dos 15 vereadores da Câmara, 13 apresentaram gastos com viagens: em quarto Pastor Eliézer – R$ 7.205,00; Charles dos Passos (PSB) – R$ 7.588,00; Alexandre Scombatti (PR) – R$ 7.542,00; Paulo Henrique Andrade (PPS) – R$ 6.977,00; ...

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27/07/2017

Influente paraguaçuense é preso em nova fase da Operação Lava Jato. Ele presidiu a Petrobrás e o BB

A prisão do paraguaçuense Aldemir Bendine aconteceu nesta manhã, em Sorocaba onde morava com a família. De acordo com o MPF, existem evidências de que ele pediu propina à empresa Odebrecht. O ex-presidente do Banco do Brasil e ex-presidente da Petrobras Aldemir Bendine foi preso na 42ª fase da Lava Lato, batizada de Operação Cobra, nesta quinta (27). Bendine foi detido em Sorocaba. Ao todo, segundo a Polícia Federal, cumpridos 11 mandados de busca e apreensão e três de prisão temporária no Distrito Federal, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo. De acordo com o Ministério Público Federal, há evidências de que Bendine solicitou R$ 17 milhões de propina na época em que comandou o Banco do Brasil (2009-2015) para viabilizar a rolagem de dívida de um financiamento da Odebrecht AgroIndustrial. Marcelo Odebrecht e Fernando Reis, executivos da empreiteira que fecharam acordo de delação premiada, afirmaram que negaram a solicitação por acharem que Bendine não tinha capacidade de influenciar no contrato. No entanto, segundo a Procuradoria, há provas apontando que, na véspera de assumir a presidência da Petrobras, em 6 de fevereiro de 2015, Bendine e um de seus operadores financeiros solicitaram nova propina aos executivos, com a justificativa de proteger a Odebrecht em contratos, inclusive em relação às consequências da Operação Lava Jato. Os ...

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20/07/2017

DISSIDÊNCIA: Ricardo Raymundo perde a maioria na Câmara com rompimento de Charles dos Passos

O parlamentar deixou a bancada do PSB. Já Renan Pontelli e Pastor e Cabo Castilho se tornaram independentes da chamada “República Verde”. Para o blog, conforme o artigo intitulado "O refém do poder" o responsável pelo fracasso da base aliada é do deputado federal Evandro Gussi (PV).  Conforme o blog havia antecipado no artigo “Refém do Poder” e a influência negativa do deputado estadual Evandro Gussi (PV) sobre a administração de José Ricardo Raymundo (PV), o vereador Charles dos Passos deixou a bancada do PSB, e está a um passo para migrar definitivamente para a oposição. Amauri Mortágua (PR), já formulou o convite ao parlamentar para integrar o grupo que hoje é composto por 7 vereadores. Simultaneamente a decisão de Passos, Renan Pontelli e Osmidio Castilho “Pastor Castilho”, ambos da mesma sigla partidária anunciaram que se tornaram independentes. Não pretendem mais votar com o PV. Os dissidentes colocam em situação delicada a atual administração que já perdeu a maioria no Legislativo e encontrará dificuldades para aprovar suas pretensões. Os integrantes do Partido Socialista Brasileiro, porém, afirmam que vão votar o que for “bom para o município”, entretanto, nem mesmo eles conseguem visualizar a extensão dessa medida. SEM CONTROLE Toda esta situação acontece em um momento em que o prefeito e o vice-prefeito estão fora do ...

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19/07/2017

O refém do poder

A influência negativa do deputado Evandro Gussi, na atual administração está desagregando. Assim como Temer e Maia, Ricardo terá o PSB como o “fiel da balança”. O cardápio é um só - o poder para os dissidentes. O blog descreveu a função do deputado federal Evandro Gussi (PV) como uma éminence grise, (em francês "eminência parda"). A sua função EXTRAOFICIAL é atuar “nos bastidores” como um poderoso conselheiro do prefeito Ricardo Raymundo (PV). Em resposta ao fato abordado pelo blog, Gussi tentou desvencilhar-se. Admitiu as nomeações de secretários e omitiu estar “por trás” da administração. Em entrevista ao Diário preferiu afirmar que está “ao lado” do governo. Na verdade, Evandro Gussi é um refém do poder. Ele aparece no meio do poder. Cercado por talheres usados como “ferramenta” que movimenta a engrenagem de negociações da obscura e contemporânea política brasileira. A VÍTIMA DO REFÉM Em política, segundo Wikipédia, a enciclopédia livre -, eminência parda é o nome que se dá quando determinado sujeito que não é o governante, mas é o verdadeiro poderoso, agindo muitas vezes por trás do soberano legítimo, o qual é uma marionete dele, e pode muito bem ser deposto pela eminência parda caso este não o agrade. A eminência parda ainda pode utilizar qualquer tipo de influência para exercer o seu ...

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17/07/2017

Deputado Evandro Gussi amplia domínio sobre a prefeitura de Tupã

Ele indicou para a Secretaria de Governo o seu assessor parlamentar Moacir Monari e já articula o possível sucessor de Ricardo Raymundo, nas eleições de 2018. As ações do parlamentar fazem lembrar o ex-vereador Ribeirão, na administração de Gaspar. Dizer que o deputado federal Evandro Gussi (PV) é o Ribeirão do prefeito José Ricardo Raymundo não é demais. Assim como Antônio Alves de Sousa (PP) foi para o governo de Manoel Gaspar (PMDB), Gussi faz questão de deixar claro sobre quem manda nas ações da atual administração. Enquanto Ribeirão chegou a ter o poder sobre 80% da ex-administração, Gussi vai na mesma direção. A maior preocupação do parlamentar é ampliar seu poder de fogo para 2018, quando deverá buscar os votos para a sua reeleição e de seu padrinho político – deputado estadual Reinaldo Alguz (PV). As principais Secretarias municipais estão sob o comando de Gussi. A recente mudança de cadeiras, o contemplou com mais uma Secretaria. O seu assessor parlamentar Moacir Ivo Pontalti Monari é o novo titular da pasta de Governo. Também indicado pelo parlamentar, Cláudio Zopolato mantém as Secretarias de Administração e Finanças. Já Ruy Oshiro que comanda Finanças deve assumir a controladoria financeira. Além de manter sob seu controle, Governo, Administração, Finanças, o deputado também foi autor da indicação de ...

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17/07/2017

Na dúvida, a favor de Gussi

Nas redes sociais, Gussi foi repreendido até pelo seu ex-professor. “Estou vendo que não aprendeu nada em minhas aulas hein”. Parafraseando a tese defendida pelo advogado Antonio Cláudio Mariz de Oliveira, o deputado federal Evandro Gussi (PV-SP) disse: “in dubio pro reo”, para justificar seu voto pela não admissibilidade da investigação contra o presidente Michel Temer (PMDB), acusado da pratica de corrupção. A expressão latina usada pela defesa de Temer e reutilizada pelo parlamentar tem importante significado para quem é doutor em direito do Estado. Já para os eleitores, Gussi é tão réu quanto Temer. “Se pau que mata Michel, mata Lula”, segundo Oliveira, “pau que dá em Temer, dá em Gussi”, disparam internautas através das redes sociais. Se o presidente é acusado da pratica de corrupção passiva, não seria corrupção ativa trocar voto por dinheiro público, ainda que seja emenda parlamentar para seus redutos eleitorais? Essa é a acusação que a oposição faz contra os parlamentares que impediram a investigação contra Michel. Entre eles, Evandro Gussi. Aliás, Gussi já havia sido achincalhado pela opinião pública também por ter votado a favor da reforma da Previdência. Outrora, diria Lula, “temos 513 canalhas”. Mas há muitas exceções. E, também, não se deve levar a sério a opinião de outro canalha retardatário. Para aqueles que sacaneiam ...

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