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17/05/2011

Temor de contas rejeitadas faz Waldemir ceder ao “Balcão de Trocas” G-4 exige agora a Secretaria de esportes

Depois de praticamente emplacar o presidente da APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais, Benedito Rodrigues na Secretaria de Agricultura, o G-4 – Grupo de quatro vereadores da Câmara de Tupã (527 km de São Paulo) na região centro oeste paulista, também quer outra pasta. Agora, a de Esportes, Recreação e Lazer, atualmente comandada por José Carlos Feliciano, “Digão”. “Digão” foi emplacado pela ex-eminência parda do ex-prefeito, ex-tucano Manoel Gaspar, hoje no (PSC), Luis Antonio Feliciano, irmão do chefe de esportes. Essa secretaria sempre teve no passado recente a indicação do parlamentar Antonio Alves de Sousa, “Ribeirão” (PP), um dos integrantes do G- 4, composto ainda por Danilo Aguillar Filho (PSB), o presidente do Legislativo, Luis Carlos Sanches (PTB) e Augusto Fresneda Torres, “Ninha Fresneda” (PSDB). O grupo é unido, forte e, ainda, conta em algumas situações como o suposto apoio do vereador Valdemar Manzano Moreno (PPS) que nega veementemente. A pressão às vésperas de mais uma eleição municipal, faz o prefeito de Tupã, Waldemir Gonçalves Lopes (PSDB) ceder. Ele cede não só por uma questão de aglutinação política, mas, sobretudo, pelo temor de outras contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). Todas as contas anteriores também com apontamento negativo do TCE, foram aprovadas pelo Câmara de Tupã, mas ...

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06/05/2011

O político corrupto e o ladrão

Eu sempre quis saber juridicamente qual a diferença do roubo para o desvio de dinheiro público praticado pelo político corrupto. A diferença é que os políticos nós escolhemos, já os ladrões nos escolhem. E, assim, como o criminoso comum volta ao local do delito, o político também retorna mesmo após quatro anos. Para praticar o roubo o ladrão faz uso de força física ou de uma arma. O político usa como "arma" a força do poder. A arma do bandido mata. A corrupção provoca miséria, estimula a violência e a injustiça social. Quando o político desvia dinheiro público, desaparelha a saúde, educação, social, segurança pública e faz aumentar a sensação de impunidade e o índice de violência. Deixa a saúde fragilizada, a criança sem educação e a merenda, o idoso sem o remédio, entre outras situações. Do ponto de vista do crime não há diferença entre o político corrupto e o ladrão. Sabemos quem é o ladrão quando entra de forma truculenta em nossa casa, comércio ou nos ataca em praça pública. Já o mau político usa de artifício que nos ilude sobre suas verdadeiras intenções e age sorrateiramente nos porões, na calada da noite ou até mesmo quando é visto em restaurantes famosos ou em viagens nababescas com suas mulheres e amantes. O ladrão ...

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