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02/08/2017

Valter Moreno não vê resultado em viagens de vereadores à Brasília

Recordistas nesta modalidade, Rudynei e Tiago voltaram ontem à Brasília. Em algumas viagens, vereadores dão carona a terceiros.   O presidente da Câmara de Tupã, Valter Moreno Panhossi (DEM), disse ontem (1), à reportagem do blog de que “não vê resultado positivo” nas constantes viagens que os parlamentares têm feito, seja a São Paulo, e principalmente para Brasília, sob alegação de que estão buscando emendas parlamentares. Nem mesmo o deputado federal Evandro Gussi (PV), eleito pela região e morador em Tupã tem conseguido viabilizar verba expressiva para o município. “Brasília está parada. O que se discute desde o começo do ano, é se o presidente Michel Temer (PMDB) vai cair ou não. Você acha que os deputados estão preocupados com Tupã. O município recebeu milhões de reais para obras nos últimos anos e ficaram abandonadas. Eu mesmo, tenho mantido contatos com os deputados através da internet, mando e-mails cobrando os assessores e etc.”, destacou. Foi com esta argumentação que o presidente da Câmara tentou convencer alguns parlamentares que usam deste expediente. Segundo Valter Moreno, uma viagem para Brasília com carro, motorista, dois vereadores e um assessor importa num montante de R$ 8 mil com diárias. Ele usou como exemplo, mais uma viagem dos vereadores recordistas de gastos – Rudynei Monteiro (PP) e Tiago ...

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01/08/2017

Jeane Rosin desiste de “passar a limpo” as irregularidades em obras da administração Waldemir

A saída da arquiteta provoca a segunda baixa na administração de Ricardo. Pesou para sua decisão de deixar a pasta, o fato de que fracassou na sua previsão de sucesso.  Sete meses depois da fatídica “coletiva”, em 10 de janeiro, a arquiteta Jeane Rosin dá adeus a fantasia de “passar a limpo” todas as irregularidades em obras da administração de Waldemir Gonçalves Lopes (PSDB), e abandona o projeto de Ricardo Raymundo (PV). Nomeada como super secretária de Desenvolvimento Urbano, Jeane Rosin era a principal aposta do atual governo para destravar cerca de 30 obras apontadas como irregulares e sob investigação do Ministério Público (MP). Nos últimos seis meses, a profissional trabalhou em silêncio. Nos bastidores deixou muitos trabalhadores descontentes que tiveram seus eventuais direitos suprimidos. Um deles comemorava a saída da secretária. “Ela pensa que nós não sabemos das coisas que ela já fez e faz”, observou um funcionário público que não se identificou temendo represálias. Estilo sargentona no trato com os trabalhadores, e até mesmo durante questionamentos da imprensa, Jeane Rosin personificou a rispidez de seu ex-chefe a quem chegou defendendo das irregularidades em obras públicas. “Se tivesse irregularidade, eu e o ex-prefeito não estaríamos presos?”, questionou durante entrevista logo após sua posse nesta administração. Segundo informações do secretário de Governo Moacir Monari, ...

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31/07/2017

Três vereadores gastaram mais da metade de toda verba com viagens

Brasília é o destino preferido dos parlamentares. A “bancada da fé”, puxada pelo Pastor Rudynei consumiu mais de R$ 57 mil. O segundo parlamentar que mais viajou foi Tiago Matias. Juntos, Pastor Rudynei Monteiro (PP), Pastor Osmídio Fonseca Castilho (PSB), Pastor Eliézer de Carvalho (PSDB) e o também evangélico Augusto Fresneda Torres, o “Ninha” (PMDB) gastaram R$ 57.553,00. Rudynei lidera o ranking – R$ 31.533,00. Uma média de R$ 5.255,50 por mês em viagens para São Paulo, e a maioria para Brasília. Em geral, as viagens englobam gastos com hospedagem, combustível, motorista e assessoria. Há uma resolução de 2002 de autoria do ex-vereador Devanir Pietrucci Marques Arantes que regulamenta as despesas de viagens dos vereadores. Em segundo lugar vem o vereador Tiago Munhoz Matias (PRP). Nos primeiros seis meses de 2017, o parlamentar de primeira legislatura superou outros novatos. Custou aos cofres públicos R$ 25.380,50 em viagens. A maioria delas, também para Brasília. Uma média mensal de R$ 4.230,08. Pastor Osmídio Castilho vem em seguida com gastos de R$ 12.221. Média de R$ 2.036,83 por mês. Dos 15 vereadores da Câmara, 13 apresentaram gastos com viagens: em quarto Pastor Eliézer – R$ 7.205,00; Charles dos Passos (PSB) – R$ 7.588,00; Alexandre Scombatti (PR) – R$ 7.542,00; Paulo Henrique Andrade (PPS) – R$ 6.977,00; ...

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27/07/2017

Influente paraguaçuense é preso em nova fase da Operação Lava Jato. Ele presidiu a Petrobrás e o BB

A prisão do paraguaçuense Aldemir Bendine aconteceu nesta manhã, em Sorocaba onde morava com a família. De acordo com o MPF, existem evidências de que ele pediu propina à empresa Odebrecht. O ex-presidente do Banco do Brasil e ex-presidente da Petrobras Aldemir Bendine foi preso na 42ª fase da Lava Lato, batizada de Operação Cobra, nesta quinta (27). Bendine foi detido em Sorocaba. Ao todo, segundo a Polícia Federal, cumpridos 11 mandados de busca e apreensão e três de prisão temporária no Distrito Federal, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo. De acordo com o Ministério Público Federal, há evidências de que Bendine solicitou R$ 17 milhões de propina na época em que comandou o Banco do Brasil (2009-2015) para viabilizar a rolagem de dívida de um financiamento da Odebrecht AgroIndustrial. Marcelo Odebrecht e Fernando Reis, executivos da empreiteira que fecharam acordo de delação premiada, afirmaram que negaram a solicitação por acharem que Bendine não tinha capacidade de influenciar no contrato. No entanto, segundo a Procuradoria, há provas apontando que, na véspera de assumir a presidência da Petrobras, em 6 de fevereiro de 2015, Bendine e um de seus operadores financeiros solicitaram nova propina aos executivos, com a justificativa de proteger a Odebrecht em contratos, inclusive em relação às consequências da Operação Lava Jato. Os ...

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20/07/2017

DISSIDÊNCIA: Ricardo Raymundo perde a maioria na Câmara com rompimento de Charles dos Passos

O parlamentar deixou a bancada do PSB. Já Renan Pontelli e Pastor e Cabo Castilho se tornaram independentes da chamada “República Verde”. Para o blog, conforme o artigo intitulado "O refém do poder" o responsável pelo fracasso da base aliada é do deputado federal Evandro Gussi (PV).  Conforme o blog havia antecipado no artigo “Refém do Poder” e a influência negativa do deputado estadual Evandro Gussi (PV) sobre a administração de José Ricardo Raymundo (PV), o vereador Charles dos Passos deixou a bancada do PSB, e está a um passo para migrar definitivamente para a oposição. Amauri Mortágua (PR), já formulou o convite ao parlamentar para integrar o grupo que hoje é composto por 7 vereadores. Simultaneamente a decisão de Passos, Renan Pontelli e Osmidio Castilho “Pastor Castilho”, ambos da mesma sigla partidária anunciaram que se tornaram independentes. Não pretendem mais votar com o PV. Os dissidentes colocam em situação delicada a atual administração que já perdeu a maioria no Legislativo e encontrará dificuldades para aprovar suas pretensões. Os integrantes do Partido Socialista Brasileiro, porém, afirmam que vão votar o que for “bom para o município”, entretanto, nem mesmo eles conseguem visualizar a extensão dessa medida. SEM CONTROLE Toda esta situação acontece em um momento em que o prefeito e o vice-prefeito estão fora do ...

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19/07/2017

O refém do poder

A influência negativa do deputado Evandro Gussi, na atual administração está desagregando. Assim como Temer e Maia, Ricardo terá o PSB como o “fiel da balança”. O cardápio é um só - o poder para os dissidentes. O blog descreveu a função do deputado federal Evandro Gussi (PV) como uma éminence grise, (em francês "eminência parda"). A sua função EXTRAOFICIAL é atuar “nos bastidores” como um poderoso conselheiro do prefeito Ricardo Raymundo (PV). Em resposta ao fato abordado pelo blog, Gussi tentou desvencilhar-se. Admitiu as nomeações de secretários e omitiu estar “por trás” da administração. Em entrevista ao Diário preferiu afirmar que está “ao lado” do governo. Na verdade, Evandro Gussi é um refém do poder. Ele aparece no meio do poder. Cercado por talheres usados como “ferramenta” que movimenta a engrenagem de negociações da obscura e contemporânea política brasileira. A VÍTIMA DO REFÉM Em política, segundo Wikipédia, a enciclopédia livre -, eminência parda é o nome que se dá quando determinado sujeito que não é o governante, mas é o verdadeiro poderoso, agindo muitas vezes por trás do soberano legítimo, o qual é uma marionete dele, e pode muito bem ser deposto pela eminência parda caso este não o agrade. A eminência parda ainda pode utilizar qualquer tipo de influência para exercer o seu ...

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17/07/2017

Deputado Evandro Gussi amplia domínio sobre a prefeitura de Tupã

Ele indicou para a Secretaria de Governo o seu assessor parlamentar Moacir Monari e já articula o possível sucessor de Ricardo Raymundo, nas eleições de 2018. As ações do parlamentar fazem lembrar o ex-vereador Ribeirão, na administração de Gaspar. Dizer que o deputado federal Evandro Gussi (PV) é o Ribeirão do prefeito José Ricardo Raymundo não é demais. Assim como Antônio Alves de Sousa (PP) foi para o governo de Manoel Gaspar (PMDB), Gussi faz questão de deixar claro sobre quem manda nas ações da atual administração. Enquanto Ribeirão chegou a ter o poder sobre 80% da ex-administração, Gussi vai na mesma direção. A maior preocupação do parlamentar é ampliar seu poder de fogo para 2018, quando deverá buscar os votos para a sua reeleição e de seu padrinho político – deputado estadual Reinaldo Alguz (PV). As principais Secretarias municipais estão sob o comando de Gussi. A recente mudança de cadeiras, o contemplou com mais uma Secretaria. O seu assessor parlamentar Moacir Ivo Pontalti Monari é o novo titular da pasta de Governo. Também indicado pelo parlamentar, Cláudio Zopolato mantém as Secretarias de Administração e Finanças. Já Ruy Oshiro que comanda Finanças deve assumir a controladoria financeira. Além de manter sob seu controle, Governo, Administração, Finanças, o deputado também foi autor da indicação de ...

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17/07/2017

Na dúvida, a favor de Gussi

Nas redes sociais, Gussi foi repreendido até pelo seu ex-professor. “Estou vendo que não aprendeu nada em minhas aulas hein”. Parafraseando a tese defendida pelo advogado Antonio Cláudio Mariz de Oliveira, o deputado federal Evandro Gussi (PV-SP) disse: “in dubio pro reo”, para justificar seu voto pela não admissibilidade da investigação contra o presidente Michel Temer (PMDB), acusado da pratica de corrupção. A expressão latina usada pela defesa de Temer e reutilizada pelo parlamentar tem importante significado para quem é doutor em direito do Estado. Já para os eleitores, Gussi é tão réu quanto Temer. “Se pau que mata Michel, mata Lula”, segundo Oliveira, “pau que dá em Temer, dá em Gussi”, disparam internautas através das redes sociais. Se o presidente é acusado da pratica de corrupção passiva, não seria corrupção ativa trocar voto por dinheiro público, ainda que seja emenda parlamentar para seus redutos eleitorais? Essa é a acusação que a oposição faz contra os parlamentares que impediram a investigação contra Michel. Entre eles, Evandro Gussi. Aliás, Gussi já havia sido achincalhado pela opinião pública também por ter votado a favor da reforma da Previdência. Outrora, diria Lula, “temos 513 canalhas”. Mas há muitas exceções. E, também, não se deve levar a sério a opinião de outro canalha retardatário. Para aqueles que sacaneiam ...

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12/07/2017

BRASIL: Moro condena Lula a 9 anos e 6 meses de prisão por caso tríplex

Esta é a primeira condenação de Lula no âmbito da Lava Jato; ele ainda é réu em outros quatro processos. Cabe recurso Por Valéria Bretas, Luiza Calegari São Paulo – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi condenado pelo juiz Sergio Moro a nove anos e seis meses de prisão por lavagem de dinheiro e  corrupção passiva no caso do tríplex do Guarujá, investigado no âmbito da Operação Lava Jato. Em suas alegações finais do processo,  o MPF pediu a prisão de Lula em regime fechado, sustentando que ele recebeu R$ 3,7 milhões em benefício próprio – de um valor de R$ 87 milhões de corrupção – da empreiteira OAS, entre 2006 e 2012. Segundo o MP, Lula teria recebido o tríplex no Guarujá como contrapartida por contratos fechados entre a OAS e a Petrobras durante sua gestão. Do total, R$ 2,4 milhões se referiam a melhorias e reformas de um tríplex no Guarujá, e outro R$ 1,3 milhão teria financiado o armazenamento de seus bens pessoais entre 2011 e 2016, incluindo o acervo de presentes recebidos durante seus anos na presidência, segundo a acusação do MPF. Também são réus no caso o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, os executivos da empresa Agenor Franklin Medeiros, Paulo Gordilho, Fábio Yonamine e Roberto Ferreira, e o presidente ...

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