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Massacre de crianças em SC repercute na comunidade escolar do interior

Bernardo Machado, Bernardo Cunha, Enzo Barbosa e Larissa Toldo são as vítimas da tragédia – Foto: Divulgação

Em Tupã, na região de Marília, pais não querem mandar seus filhos para as escolas nesta quinta-feira (6), véspera de feriado Santo. Ouça texto

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O desespero de pais na busca pelos seus filhos e informações após o massacre (Foto: Patrick Rodrigues, Santa)

O massacre ocorrido em Santa Catarina, nesta quarta-feira (5), que resultou na morte de quatro crianças e deixou outras quatro gravemente feridas repercutiu na comunidade escolar brasileira e pelo mundo.

Tupã (SP), na região de Marília não ficou de fora dessa discussão sobre a violência motivada por ódio, bullying ou eventuais teorias da conspiração, após a pratica de homicídio qualificado e de tentativas contra a vida de crianças com idade entre 3 e 5 anos, em Blumenau (SC).

O assassino que se entregou à polícia e foi preso em flagrante, tem passagens por crimes relacionados à violência e porte de drogas. Ele usou uma machadinha para covardemente ferir e matar crianças indefesas.

O fato é que desde a divulgação deste caso, na Creche Cantinho Bom Pastor, uma instituição de ensino privado, no Vale do Itajaí, pais e responsáveis têm cobrado dos municípios a necessidade de uma atenção especial na segurança da rede municipal de ensino.

A tensão é ainda maior quando há apenas 9 dias uma professora morreu e outras quatro pessoas ficaram feridas após serem esfaqueadas em uma escola da Zona Oeste da capital paulista, no dia 27.

O autor dos crimes, um aluno de 13 anos, que só parou com a agressão, após ser imobilizado e desarmado por duas professoras.

PLANO DE ATAQUE EM TUPÃ

Em Tupã há uma agravante perturba a cabeça dos pais: a descoberta de um plano de ataque contra uma escola da rede estadual de ensino.

A descoberta ocorreu no dia 10 de março e a divulgação do macabro plano foi divulgado em nota emitida no dia 14 de março pela Delegacia de Investigações Gerais de Tupã (DIG).

“Isso foi possível após contato do delegado Carlos Gonçalves da Silva, da divisão de crimes cibernéticos do DEIC de São Paulo”, explicou a delegada Milena Davoli Nabas de Melo, titular da DIG.

O ataque planejado por adolescentes ocorreria em Tupã, São José dos Campos e Caçapava. A informação chegou ao Brasil, através da Agência Americana de Inteligência HSI (Homeland Security Investigation).

A Agência estadunidense havia detectado conversas através de redes sociais nas quais usuários do Instagram planejavam ataques armados a escolas, em alusão aos quatro anos do massacre ocorrido em Suzano, fato que ocorreu em 13 de março de 2019.

Em Tupã, a adolescente foi identificada e encaminhada à Vara da Infância e Juventude para outras providências, após o cumprimento de mandado de busca domiciliar para apreensão de celulares.

A menor alegou ser vítima de bullying na escola em que estuda, mas que teria desistido da ideia do ataque.

Leia também: Por que a Polícia de Tupã não desvendou os crimes contra homossexuais?

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