A sentença das urnas: as máscaras caíram
As urnas foram implacáveis com o prefeito de Tupã-SP, Waldemir Gonçalves Lopes (PSDB). O palco do show de marionetes começou no Espaço das Artes. A primeira possível “Dilma”, a arquiteta Jeane Rosin, ressurgia em público para ajudar a mentir sobre as irregularidades do Espaço das Artes. A máscara caiu e o prefeito responde a uma CPI. O Tribunal de Justiça (TJ) embargou a obra.
Também foi durante a abertura do Festival de Teatro Amador, em palco improvisado que a secretária de Cultura e Turismo Aracelis Gois Morales que assinava como arquiteta para enganar o Estado fez sua previsão: “as máscaras vão cair”. Caíram mesmo. A máscara da mentira e da corrupção foram ao chão em 7 de outubro.
Waldemir termina o mandato mostrando o que de melhor sabe fazer. Trair. Enganou o possível candidato a sucessão, o vice e versa César Donadelli (PSDB) como o blog antecipou 1 ano antes das eleições. Ele não seria o escolhido. Fez pior. O tirou do PV e o levou para baixo das asas tucanas onde o manteve sob controle. Donadelli foi tirado da liderança do Partido Verde. Saiu do PV a “Dilma” de Waldemir. Lucilia Donadelli foi mais uma das vítimas da Escolinha do professor.
Arquiteto de mazelas administrativas, Waldemir levou os “bonecos” (as) para o palco das eleições. Com rédeas curtas ele conduziu o espetáculo. Na espreita ficaram dois integrantes do “eixo” do mal e outros dois bonecos de pau. Pau mandado esperando a ordem do poderoso chefão. Entraram em cena e a lambança foi geral.
Manipulados, os possíveis protagonistas Lucilia e o empresário Toninho da G-10, tornaram-se apenas coadjuvantes. Um sem fala e a outra com texto sem nexo tentavam sem sucesso emplacar no Ibope. O mestre então determinou que os aloprados fossem os contra-regras para agilizar o trailer do filme de terror “Os Enforcados”.
Na cena de número 1 a primeira vítima foi escolhida a dedo. Essa representava perigo ao jogo macabro de perseguições contra servidores, fraudes de documentos, em concursos públicos, atos de peculato e de improbidade administrativa. Era preciso eliminá-la com uma panfletagem falsa das cenas da vida real do próprio autor do filme de terror.
Mas o filme revelava outros personagens identificados em boletim de ocorrência registrado pelo próprio prefeito. De vítima virou acusado ao direcionar a câmera do mal para um dos postulantes à Câmara. E assim seguiram-se as cenas dos próximos capítulos, sem censura; sem pudor e sem respeito ao público.
EPÍLOGO
O filme “Os Enforcados” tem no seu esboço principal, um “homem” de caráter corrompido. Ele usava ora a máscara da mentira, ora a máscara da corrupção. Quando ele descobre o poder que tinha em mãos, no comando das rédeas do destino dos outros; o jogo era iniciado.
As vítimas eram enforcadas pelas próprias cordas usadas no controle de suas ações. Para atraí-las para a emboscada eram usados alguns pecados capitais como: Luxúria, Avareza, Ira, Soberba e Vaidade. Apesar da preocupação excessiva com o aspecto físico, o homem mascarado teve sua identidade revelada. As mascaram caíram. A sentença das urnas o condenou e sepultou a era maldita, mas é preciso vigiar para não ser surpreendido.
Ao final o público aplaudiu em pé, quando as luzes se apagaram e as cortinas fecharam-se. Qualquer semelhança com cenas da vida real não é mera coincidência.
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