A visita do governador. É mulher!? Não, é homem!
O governador Geraldo Alckmin visita a região de Tupã nesta quarta-feira (8). Chega ao aeroporto às 9h30 e segue de Van para Bastos, para inaugurar obras nas áreas da: habitação, segurança, saúde, infra-estrutura e cultura.
Em seguida, Alckmin retorna para Tupã para reinaugurar a mesma vicinal que será entregue em Bastos, a vicinal que liga os dois municípios, entre algumas outras melhorias no Centro Paula Souza.
O governador vem à região, num momento delicado politicamente. Há um misto de tucano se bicando, com vínculo ao “ninho” dos antepassados do PMDB.
Se não bastasse toda essa celeuma protagonizada pela infidelidade do prefeito Waldemir Gonçalves Lopes (PSDB) e Manoel Gaspar (PMDB) que sente-se, traído e, por isso, hoje é o possível candidato contra o ex-colega; a atual liderança dos tucanos tem jogado lama no Paço e na cara do próprio partido.
As denúncias de todo tipo de irregularidade tem atingido em cheio o seio da administração do ex-presidente da Cooperativa Agrícola e Mista da Alta Paulista (Camap).
Aliás, elas iniciam-se exatamente nesta cooperativa e se estendem ao Executivo. Hoje, a prefeitura é um misto de interesses público-privado e de cooperados, representados pelos colaboradores.
Improbidade administrativa, enriquecimento ilícito, favorecimento aos partidários, fraude em licitações e em concursos públicos, tem sido uma constante. As fraudes já repercutiram inclusive no Palácio dos Bandeirantes, como já publicamos aqui.
A bem da verdade, o governador não era Geraldo Alckmin, mas a primeira dama bem conhece esse escândalo. Lú Alckmin só queria se proteger da chuva e foi testemunha ocular de um episódio que relembra o Programa Zorra Total.
Um dos comediantes abre um guarda-chuva em público, sempre que percebe uma situação comprometedora. A Zorra arquitetada pelo secretário de Governo, Adriano Rogério Rigoldi (PSDB) vai do cabo do sombreiro ao concurso do guarda. Uma fraude atrás da outra.
O vereador Valdemar Manzano Moreno (PDT) foi além: “É igual aquele quadro, é mulher? Não é homem ou vice e versa”. Já o vice, versa sobre a mesma situação. Parafraseando o colunista da Folha José Simão, com cara de nojo da gente; César, lê à mesma cartilha “caminho suave” do professor.
Aprendeu a lição e empurra com a barriga e o umbigo a falta dos quesitos que norteiam a administração pública que tratam da impessoalidade, moralidade, probidade e transparência.
Questionado por um correligionário sobre as atitudes do secretário de Governo, o prefeito Waldemir o teria avaliado como prometera. “Ele é pago para isso”. A frase teria sido dita a um “amigo” do chefe do Executivo.
Rigoldi efetivamente paga para ver. Tem visto uma “vitória” atrás da outra, porém com gosto de cabo de guarda-chuva. É bom se proteger, pois, como disse um leitor, “quem tem medo de água, não enfrenta Ribeirão”. É pura fraude em cascata.
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