Educação: Tupã, SP, perde para João Ramalho no ranking das melhores escolas do estado
Perde também para Dobrada. João Ramalho aparece na quarta posição
Na verdade, Tupã nem aparece na relação das 30 melhores escolas. É a segunda derrota para municípios de menor expressão no cenário estadual. Na saúde já havia perdido para Arco-Íris. De acordo com matéria divulgada pela TV Câmara, as 30 melhores escolas do estado são: Piracicaba, Itápolis, Ubirajara, Tabatinga, Dobrada. “Alguém sabe onde fica Dobrada?”, perguntou o apresentador do Programa 30 minutos, Chico de Assis.
Também aparecem no ranking: Piracicaba, Matão, Nova Luzitânia, Campinas, Taguatinga, Barretos, Arinhaa, Fernandópolis, Ribeirão Preto, Ibiúna, Olímpia, Presidente Alves, Mirante do Paranapanema, Buritizal, Junqueirópolis, Pedranópolis, Maracaí, Ibitinga e Araraquara. A avaliação foi feita baseada no 3º ano do ensino médio.
O apresentador Chico de Assis, lembrou que a merenda é muito boa, “mas em que pese o fato do prefeito ser professor e ter prometido na campanha política e, após a eleição, de que faria de tudo para melhorar a educação na cidade, Tupã infelizmente não figurou no ranking das melhores escolas do estado, no último levantamento.
A explicação pode ser mensurada na preocupação que a secretária do setor, Carla Ortega Brandão, tem em relação à educação. Nos últimos anos ela aparece em processos como acusadora, perseguidora de professores e diretoras, manipuladora de concurso público e, por último, fez o município perder na Justiça o pagamento de indenização a uma de suas vítimas.
O assunto foi tema de abordagem na sessão camarária de segunda-feira (9). Outra vez, o vereador Valdemar Manzano Moreno (PDT) saiu em defesa da professora e diretora perseguida pela secretária. Mais que isso, defendeu interesses do município, sobre o pagamento de uma indenização que seria desnecessária se a atitude do Executivo não fosse vil.
“DEFENSORA DA MULHER”
O pior é ver pela TV Câmara que numa hora dessa a vereadora Telma Tulim (PSDB) que se intitula “defensora” das mulheres, simplesmente desaparece da cena. Ela defende apenas as “mulheres agredidas” que povoam à imaginação dela. “Defende” mais agora do que à época que era delegada da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM).
Em verdade, não há momento para defender de forma verdadeira a mulher vítima de qualquer agressão, mas daí a fingir que o faz, é pura demagogia e barata. Quando aparece na vida real uma mulher, professora e diretora, 70 anos, vitimada pela trama diabólica de uma secretária, Telma Tulim simplesmente cala-se.
Vilipendiada na sua honra, humilhada perante à classe, caluniada, difamada, injuriada. Vítima de dano material e moral. Por tudo isso foi restituída ao cargo em sentença judicial sob pena de R$ 10 mil diários e indenizada em 200 salários mínimos; apesar de ter sofrido toda essa agressão, Telma Tulim não foi à tribuna para defendê-la.
Omitiu-se como sempre o faz, quando o assunto é sério. Portanto prevaricou no exercício da função outra vez, como suposta defensora do povo e da mulher e, sobretudo, como parlamentar. Lamentável. Mas outra vez, sobrou o parlamentar Manzano. Ouça áudio:
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