Fim de ano no vermelho e Natal no escuro
Depois da farra a ordem é parar tudo
Depois de oito anos farreando com o dinheiro público, o prefeito de Tupã, SP Waldemir Gonçalves Lopes (PSDB) deu ordem expressa para parar tudo. É preciso fechar as contas. Rojão nem para a Procissão de Nossa Senhora Aparecida.
No desfile da Exapit os únicos funcionários vistos na avenida foram os “amarelinhos”. Ninguém do staf do prefeito foi visto montado em cavalos ou desfilando com rádios comunicadores na organização do evento.
Natal Iluminado nem pensar. Só as noites estreladas ou com luar irão clarear o Natal na Praça da Bandeira. Apesar de toda essa preocupação em não gastar, a ordem cronológica de pagamento foi alterada. Quem estará recebendo?
Os aditamentos (aumento de custo das obras) tão criticados por Waldemir em 2004, foram constantes. Aliás, até para obra parada por ordem Judicial como a do Espaço das Artes. Mais R$ 91 mil. “Realinhamento de preço em função do desequilíbrio econômico e financeiro”, tucanou Waldemir Gonçalves Lopes. É custo adicional pelas irregularidades e a paralisação das obras. O povo paga duas vezes.
Já os secretários sabendo dessa tese, iniciaram e terminaram a reforma da mansão. A construtora foi a mesma. A “arquiteta” também. O bacharel fez direitinho. Ambos aprenderam com a escolinha do professor. Ah, é bom deixar o povo com transporte urbano. Licitação para contemplar o amigo, dizia Waldemir durante sua reeleição, se referindo ao dono da empresa de ônibus.
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