Gaspar nomeou mais quatro secretários nesta terça-feira (4)
O prefeito eleito para administrar Tupã-SP, pelos próximos quatro anos, Manoel Gaspar (PMDB) nomeou nesta terça-feira (4) mais quatro nomes para assumir o secretariado. Marcia Félix dos Reis Lima (Turismo), Alécio Morandi (Agricultura), Clóvis Saito (Desenvolvimento Econômico) e José Romera “Riti” (Segurança e Transporte).
Agora já são 13 os nomes anunciados para as pastas de Secretarias. Dorival Coquemala (Administração), Ruy Oshiro (Finanças), Ary Prudente Cruz (Negócios Jurídicos), Isaura Gaspar (Promoção Social), Renan Pontelli (Meio Ambiente), Marcos Leite (Educação), Valetim César Bigeschi (Planejamento e Obras), Sanderson Ribeiro Lima (Esportes) e possivelmente Charles dos Passos (Cultura).
A novidade é a criação da Secretaria de Segurança e Transporte para contemplar o presidente do diretório municipal do PT. Também a Secretaria de Cultura foi desmembrada da de Turismo. A nova pasta vai para a contabilidade do PTB do presidente da Câmara, Luis Carlos Sanches. Antonio Alves de Sousa, “Ribeirão” (PP) leva duas importantes Secretarias: Turismo e Desenvolvimento Econômico.
SUPER SECRETARIA
Para a próxima semana deverá ser nomeado o secretário de Governo. A pasta foi criada pelo então prefeito Manoel Gaspar, mas ficou mais em evidência na administração de Waldemir Gonçalves Lopes (PSDB). Isso aconteceu por conta dos escândalos de fraudes em concursos públicos, licitações e enriquecimento ilícito do titular da pasta, Adriano Rogério Rigoldi.
Com braço de ferro, Rigoldi comandou possivelmente um forte esquema de corrupção que envolve suposta sociedade oculta comandadas por laranjas que aparecem como os principais prestadores de serviços da atual administração.
Algumas denuncias são investigadas pelo Ministério Público. Atualmente Rigoldi estaria afastado da pasta, por eventuais problemas de saúde, mas comandou a campanha da candidata a prefeita Lucilia Donadelli (PV) e todos os dias é visto trabalhando na Lotérica de “propriedade” da sogra. O patrimônio adquirido via licitação da Caixa Federal custou mais de R$ 300 mil, fora os investimentos para equipar o negócio e fazê-lo funcionar nos altos da Rua Marília.
Assim como esse negócio apareceria sob suspeita de envolvimento de laranja, há vários outros nebulosos envolvendo outros secretários da administração Waldemir, como o próprio prefeito também apareceria metido até o pescoço em aquisições milionárias sem ter supostamente como comprovar a origem do dinheiro. O patrimônio não declarado estaria também em nomes de terceiros.
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