Temporal em Tupã: cenas de São Paulo
Nuvens carrancudas escurecem Tupã…de repente um dilúvio.

As nuvens transformaram o dia em noite e assustaram moradores que correram para se proteger do temporal que durou cerca de no máximo 20 minutos. Neste curto espaço de tempo entre às 10 horas e 10h20, precipitaram cerca de 30 milímetros de chuva.
Rapidamente as ruas foram ganhando cenário de rio. Motos foram arrastadas, veículos ficaram suspensos com a força da enxurrada. O córrego Afonso XIII transbordou na baixada da Rua Caingangues. Moradores da Vila Marajoara tiveram as casas invadidas pela água e alguns perderam o que tinham.
A frente do Supermercado Varejão Gaspar ficou com clientes ilhados. Comerciante dos altos da Rua Marília fecharam as portas para evitar que a água entrasse nos estabelecimentos. Na Lélio Piza, passagem sub-nível da ferrovia, nem caminhão conseguiu romper a força da água acumulada.
MACRODRENAGEM
Os cerca de R$ 20 milhões investidos embaixo da terra como parte do Programa de Macro-drenagem iniciado na administração Waldemir Gonçalves Lopes (PSDB) como investimento do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) até o momento não ajudaram em nada. O que se percebe é a situação se agravando a cada chuva que cai.
O sistema de escoamento das águas pluviais está obsoleto e não consegue mais captar a enxurrada na mesma velocidade da chuva. Com o solo totalmente pavimentado quando chove Tupã lembra cidade grande. Bombeiro com bote, gente ilhada, carro submerso e gente reclamando prejuízos materiais. Felizmente até o momento, apesar do susto ninguém ainda foi arrastado pelo mar que se transforma as ruas de Tupã.
Foto “nuvens carrancudas” Dj Wederson
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