Thiago Santos pensou em renunciar como vice-prefeito de Tupã-SP
O fato que remete ao Papa Bento XVI teria sido depois de desentendimento com um dos cardeais
Em voga a palavra renúncia também marcou em fevereiro o governo de Manoel Gaspar (PMDB). Bem ao estilo do Papa Bento XVI (Joseph Aloisius Ratzinger) o vice-prefeito de Tupã, cidade localizada a 527 km de São Paulo, na Alta Paulista aventou a possibilidade de abandonar a barca da administração.
Para o hoje Papa emérito, a barca da igreja é do Senhor, já o “quiprocó” da barca administrativa do município seria motivado pela falta de um “senhor” que reme em águas turbulentas. Ou seriam pela existência de vários “senhores”? São vários caciques e cada um apontado para a direção da sua tribo.
A tormenta teria acontecido depois do “Tupã Folia 2013”, na segunda quinzena de fevereiro, mas só chegou ao conhecimento do blog no começo de março. As datas entre a renúncia do Papa e da tentativa de renúncia de Thiago até coincidem.
A diferença é que para Bento XVI, Deus não deixará que a igreja “afunde”, já o governo de Tupã está à deriva da pretensão do eleitor que foi às urnas para eleger o novo “Papa da Matéria” da política tupãense.
O suposto bate-boca entre Thiago Santos (PT) e Antonio Gustavo Gaspar (PMDB) se deu em meio a uma disputa pelo poder de decidir o que deve ou não ser feito. Apesar de o confronto ter ocorrido durante uma “clausura” dos cardeais políticos, o calor da discussão pôde ser ouvido nos corredores do Paço.
Do Paço a conversa deu um “passo” e já ganhou a Praça, proximidades da igreja de São Pedro. Todo o impasse pode ter sido em nome do pai e do filho. “Meu pai está sabendo de tudo…”, teria esbravejado o filho do prefeito.
Já o vice retrucou: “quando você for eleito pelo voto popular poderá dizer alguma coisa”. Não teria havido tréplica.
Como o desentendimento teriam sido contundente o vice teria refletido e até cogitado a possibilidade de renunciar ao cargo, mas teria sido convencido a não agir dessa forma pelo tio e presidente da Câmara, o cardeal – Antonio Alves de Sousa, “Ribeirão” (PP).
A FUMAÇA
O motivo do desentendimento não se sabe, mas pode ter alguma relação com os festejos de Momo. Afinal, foi o único grande evento que a administração realizou e que Thiago Santos esteve à frente da Comissão Organizadora, seguido por Ribeirão e o próprio presidente do PMDB, Gustavo Gaspar.
Aliás, Gustavo Gaspar não tem nenhuma pasta na prefeitura. Existiu a possibilidade de assumir a Secretaria de Governo, mas a idéia foi removida. O cargo é ocupado pela irmã dele, Maria Elisa.
O filho do prefeito seria uma espécie de colaborador da administração e acompanha todos os despachos de perto. É como se fosse efetivamente o secretário de Governo.
A verdade é que se continuar assim, não vai ter mais a quem recorrer. A Nau vai afundar e não adianta reclamar nem ao Papa. Só depois do conclave. A Nau é uma antiga embarcação a vela, de alto bordo, com três mastros e numerosas bocas de fogo.
O conforto nessa antiga embarcação à deriva com três mastros e numerosas bocas de fogo é que o incêndio pode ser apagado na origem do nome. Thiago é Bíblico. O significado do nome Thiago: dádiva de DEUS.
O número da ambição é sete (7), gosta de paz, silêncio, ter tranquilidade e profunda comunhão com seu interior. Número da expressão é 6: Sempre buscando a perfeição em tudo que lhe diz respeito.
Tem instinto do belo, da cor e da arte. Essencialmente prático, podendo arcar com qualquer responsabilidade no lar ou em esfera mais ampla (numa organização ou comunidade). Possui diplomacia e equilíbrio.
O nome Thiago também tem pontos negativos: utopia, mártir, ciúmes, ressentimento e dificuldade em aceitar a realidade. Talvez por isso, tenha pensado em renunciar, apontou especialista em numerologia consultado pelo blog.
Enquanto isso, as bocas de fogo da Nau vão começar expelir a fumaça que poder ser branca ou escura. Vai depender do combustível que alimentará a fornalha. O cachimbo da paz já foi aceso, mas a cobra ainda pode fumar.
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