Inspeção veicular: secretário de Governo de Waldemir tentou instalar empresa
Um negócio de quase R$ 2 milhões
A legislação que determina que mais cedo, mais tarde os municípios precisam implantar a inspeção veicular atraiu a ganância do secretário de Governo Adriano Rogério Rigoldi (PSDB). Com informações privilegiadas do centro do poder, ele usa de influência para ampliar o patrimônio. Esse fato já foi amplamente denunciado aqui. Para a mulher dele e secretária de Cultura e Turismo, Aracelis Góis Morales, quando for falar do patrimônio do Adriano, tem que lembrar da herança.
https://jotaneves.com.br/2011/06/%E2%80%9Cpalocci%E2%80%9D-tupaense-pode-ter-aumentado-o-patrimonio-20-vezes-mais-que-o-ministro/
O negócio frustrado renderia ao secretário de Governo, Adriano Rigoldi mais de R$ 1,6 milhão. A frota atual de veículos do município é de cerca de 40 mil. Cada um deverá representar anualmente mais de R$ 41,00. O serviço deverá ser terceirizado e aí, entraria a empresa do secretário Adriano Rigoldi e terceiros. De onde surgiu tanto dinheiro?
Aracelis Góis Morales sugere que uma suposta herança que ela teria recebido possibilitou melhorar o patrimônio do braço direito do prefeito Waldemir Gonçalves Lopes (PSDB). O patrimônio aumentou nos primeiros anos da administração com uma velocidade assustadora. Foi de zero a 100 numa fração de segundos. À época, o blog estimava que tivesse alcançado R$ 500 mil (meio milhão).
Mas foi de forma vertiginosa que esse valor pode ter aumentado. Andar de fusca pode ser uma forma de ludibriar o verdadeiro patrimônio que tem. Calcula-se hoje que giraria em torno de R$ 2 milhões. Propriedade rural comprada de um delegado por um preço equivalente a R$ 250 Mil. A casa do ex-marido da mulher, em possível nome de terceiro, por R$ 220 mil.
O imóvel já teria sido reformado, por uma empreiteira que passou a vencer licitações na prefeitura de Tupã e a mobília teria sido rigorosamente planejada. Além disso, Adriano Rigoldi tem sido o principal suspeito de manipular todas as ações do governo municipal. Sejam elas concursos públicos, licitações, terceirizações de serviços, recebimento de possível mensalão do lixo, entre outros.
Uma das principais tentativas do secretário foi criar uma empresa em nomes de terceiros para prestar serviços de inspeção veicular. Ele e o secretário de Meio Ambiente, Eliseo Borsari Neto (já contemplado em concurso público) serão os principais responsáveis caso o sistema fosse implantado ainda nesta administração, mas percebendo que o tema ainda deverá ser protelado por mais algum tempo, desistiu da idéia.
Desistiu de uma, mas não de outra. Assim como na primeira, também recebeu informação privilegiada e através de terceiros, possivelmente uma das herdeiras da suposta herança, aparece de forma indireta em outro investimento que ao final poderá ser de no mínimo: R$ 500 Mil (meio milhão) entre a licitação, aquisição do imóvel, mobília, funcionários e equipamentos para fazer funcionar o negócio.
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