Vereadores da CPI DAS ARTES em Tupã, SP não conseguem a reeleição
A máscara da mentira e da corrupção da administração da Escolinha do professor Waldemir, provocou mais vítimas. Os mal feitos, que podem ser contados na Comissão Processante de Inquérito (CPI) das Artes; causou uma maldição nessa eleição.
Nenhum dos vereadores envolvidos no processo de investigação de suposto desvio de dinheiro do Espaço das Artes conseguiu ser reeleito.
A CPI é histórica. Waldemir Gonçalves Lopes (PSDB) é o primeiro prefeito a ser investigado por um instrumento legítimo do Legislativo.
O líder do prefeito Lucas Machado (PSDB), brigou para fazer parte do sorteio que definiria quem seriam os integrantes da Comissão. Foi contemplado com o a função de presidente; Valmir Zoratto, “Padre Paçoquinha” (PSD), ex-desafeto de Waldemir que foi para a situação e o opositor Valdemar Manzano Moreno (PDT) não conseguiram a reeleição.
Independentemente disso, os três “mosqueteiros” terão o dever e a obrigação de finalizar o processo de investigação da CPI até o dia 31 de dezembro, prazo para conclusão dos trabalhos. Aliás, além da contratação do perito que constatou o que todos sabiam, nenhum outro fato novo foi acrescentado.
A obra continua parada por determinação do Tribunal de Justiça (TJ). Contrariando o juiz Reinaldo Mapelli, o órgão entendeu que haveria necessidade de paralisar as obras para periciar o local.
Às vésperas das eleições os vereadores que faziam parte da base aliada ao prefeito não encontraram nenhum motivo para acelerar essa investigação. Muito menos agora encontrarão motivação para fazer o que já deveria ter sido feito.
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