Waldemir completa o ciclo da mentira e instala governo paralelo
O afastamento do secretário Adriano Rogério Rigoldi (Governo) faz parte de uma estratégia denunciada pelo blog, em 14 de dezembro de 2011.
Envolvido e sob suspeita da pratica de várias ações de irregularidades administrativas, Rigoldi comandou com pulso firme um esquema de possíveis fraudes que vão de fotos, licitações, concursos e usou de influência do cargo para tornar-se sócio oculto de várias pessoas que venceram licitações na prefeitura de Tupã.
Como aliado, o secretário de Governo contou com apoio irrestrito do prefeito Waldemir Gonçalves Lopes. Além disso, era preciso ter outras pessoas estratégicas dentro do governo. Aracelis Gois Morales foi arrebanhada para o Núcleo Íntimo da Administração (NIA) e em seguida Carla Ortega Brandão (Educação).
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI DAS ARTES) que o prefeito responde na Câmara é apenas uma gota na massa que sustenta o reboco da improbidade administrativa e mascara um ciclo de mentira, intriga, dinheiro e poder.
Adriano Rigoldi também puxou a fila dos beneficiários diretos de supostos mensalões que podem tê-lo tornado um homem de patrimônio invejável. A fila seguiu com Aracelis sua companheira, Carla Ortega e o próprio chefe do Executivo.
Falsidade documental, ideológica e parcerias sob suspeitas vão de brinquedos nas praças, tendas e parcerias rentáveis. A quebra de sigilo fiscal e telefônico desse “eixo do mal feito” revelaria a origem da fortuna.
A fanfarrice com dinheiro público sugeria ainda investimentos altos na aquisição de bens móveis e imóveis. Construção de complexo de hospedagem turística no distrito da Varpa, entre outros ramos de atividades desde que as empresas fossem parceiras da administração.
As parcerias eram firmadas possivelmente nas contratações fraccionadas para realizá-la sem licitação e para contratos maiores, as compensações nos diversos aditamentos. Não está descartada nessa condição, pagamentos antecipados por obras não realizadas.
PREVISÃO DO BLOG
O suposto afastamento dos secretários Adriano Rogério Rigoldi (PSDB) e Aracelis Gois Moralis (PSD), de (Governo e Cultura e Turismo) respectivamente pode ser uma farsa que vinha sendo maquinada no gabinete do prefeito.
Na verdade, não dá para saber se é um engodo ou uma eventual forma que Waldemir Gonçalves Lopes (PSDB) encontrou em nome de um suposto “bem maior” de se afastar do casal, mesmo comprometido em tudo de certo e errado que tenham feito a três.
O que vazou do próprio gabinete do prefeito, foi uma possível pesquisa feita pela administração que teria constatado que o casal é prejudicial à imagem do chefe do Executivo. Ao menos é isso que Waldemir teria alegado para o secretário Rigoldi e, por conta disso, combinado um afastamento dele. Para tanto, a tática seria usar um atestado da mesma forma que o prefeito usou para ir pescar, alegando problemas de saúde. Aracelis iria atrás, como companheira.
Outra hipótese e a mais provável é a de que o casal se afastaria, mas continuaria administrando as pastas mesmo de casa. Assim como José Dirceu e Antonio Palocci (PT) fizeram no governo Lula e Nelsinho para a administração de Marília. Uma farsa.
Nos corredores da prefeitura comenta-se que Rigoldi seria para Waldemir um Nelson Grancieri para o prefeito de Marília, Mário Bugarelli (PSDB). Um mal necessário, como Palocci e Zé Dirceu para os companheiros.
Em Marília, Grancieri foi afastado das funções de secretário de Finanças e da chefia de gabinete, por meio do Ministério Público e mesmo assim, continuou despachando e arrecadando dinheiro. Agora está na Cadeia. Assim seria com o casal Adriano e Aracelis, afastamento de faz de conta, mas com depósitos na conta (salários) e mantidas as funções internas e externas e negociações políticas. Seria o mesmo que oficializar um governo paralelo.
A intenção era colocar em pratica essa tática a partir de janeiro. Mas, com a divulgação feita pelo Blog, vai ter que mudar o esquema do jogo ou confirmar, assim, como tem sido confirmados os mal feitos (Dilma) e os “mal-ditos” que têm causado transtornos políticos e morais a uma administração que prometeu rigor e moralidade e só tem “rigol-di” e imoralidade.
14/12/2011 Postado em Cidade, Política 22 Comentários
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