PT: Votação doméstica e truculência marcaram apoio à situação
Com a decisão, o PT de Arco-Íris vai apoiar a candidata a candidata a prefeita
Estou escrevendo pois neste sábado (28) aconteceu algo que eu e aqueles que ainda acreditam que exista democracia estão revoltados.
Bom, houve uma “convenção” do PT partido dos trabalhadores, para que fosse decidido o rumo que o partido tomaria, se apoiaria a pré candidata da situação Ana Serafim ou o pré candidato da oposição Geraldo Borges.
Esta “convenção” foi realizada na sede do partido que também fica a residência de seu presidente uma pessoa que há pouco tempo já tinha causado grande polêmica em nossa cidade, um já conhecido seu Edimur Quiqueto, em suma, ele definiu que a votação seria na sede do partido sua casa.
Observando isto os outros membros da executiva do partido que são maioria resolveram mudar o local e redigiram um requerimento e encaminharam para Edimur, que o indeferiu mesmo que essa fosse a vontade da maioria do diretório, mais isso não chegou nem perto do que aconteceria no dia da votação.
Chegado o dia da votação Edimur convidou para lhe auxiliar a conduzir a reunião partidária o coordenador regional do PT na alta paulista João César Prado “João Grandão”, e os outros 3 membros da executiva Dirce Bicalho, Gercino Pessoa e Damião Melo.
Convidaram o também petista e advogado João Pedro Placidino para auxilia-los no andamento da reunião.
Mas, no momento que iriam adentrar o local da reunião João Pedro Placidino foi impedido e expulso por Edimur, que usou da prerrogativa de ser a sua casa e ali ele não entraria.
As coisas começaram a ficar revoltantes a partir deste ponto, como citei acima a votação era teoricamente de membros do PT que deveriam estar regularmente filiados e em dia com a mensalidade do partido segundo reza o seu estatuto, mas efetivamente não foi isso que aconteceu.
Pessoas que estão desfiliadas do partido e que votariam a favor da proposta de apoio de Edimur votaram, pessoas que estão regularmente filiadas e em dia com a mensalidade do partido foram impedidas de entrar no local de votação, já que foram contratados seguranças para ficarem nos portoes e barrarem pessoas que não estavam na listagem de Edimur, e mesmo com as tentativas de argumentação da outra parte da executiva que defende a proposta de apoio da oposição, foram suprimidas pela truculência de Edimur e de “João Grandão”.
“João Grandão”, fazia o controle de quem estava apto a votar e que não estava. Argumentado com ele que pessoas com menos de 1 ano de filiação estavam votando, pessoas que não mais faziam parte do partido também estavam votando e que as pessoas que estavam em dia com as exigências não estavam, votando “João Grandão” falou que “a listagem valida é a minha, a sua não é oficial”.
A suposta listagem não oficial é uma lista extraída do filiaweb, sistema do TSE, e ao final de tudo depois de muita manipulação a proposta de Edimur acabou sendo a proposta escolhida, que foi de apoiar a pré candidata da situação Ana Serafim.
Eu estou mandando também alguns documentos que comprovam que algumas pessoas que votaram estão irregulares e de algumas pessoas que não votaram estão regulares.
Fonte: blogueiro Arco-Íris
Share this content:



16 comments